Tenho opinião de que cada pessoa é um universo e que cada palavra, ato, é a representação de tudo por que aquele ser humano viveu. Sendo assim, temos nossa linguagem peculiar. Claro que somos parecidos quando próximos em tempo, espaço.. mas ainda assim, temos aquela "uniquez".
Essa introdução se deve ao que vou contar agora. Outro dia me deparei com uma situação com uma pessoa com quem convivo (não família), ao eu assumir que só estava dizendo aquilo porque "as uvas estavam verdes". Na hora tive a ideia de perguntar se isso tinha sentido para ela e, para minha surpresa, não tinha para ninguém presente na hora (algumas pessoas). Não me lembrei direitinho da fábula para contar, mas contei ao meu modo, já que foi parte de minha infância "devorar" fábulas e outras histórias infantis que continham lições preciosas e vocabulário rico.
Resolvi, assim, postar aqui, uma das versões que encontrei na internet, sobre a raposa e as uvas.
´"A Raposa e as Uvas é uma fábula atribuída a Esopo e que foi reescrita por Jean de La Fontaine.
Com pequenas variações, é basicamente a história de uma raposa que tenta, sem sucesso, comer um cacho de convidativas uvas penduradas em uma vinha alta. Não conseguindo, afasta-se, dizendo que as uvas estariam verdes. Muitas vezes por comodismo e por não querer obter, criando desculpas e justificativas enfadonhas. A moral afirmada no final da fábula é algo como:
É fácil desprezar aquilo que não se pode obter
Na Língua inglesa, a expressão "azedar uvas" - derivada dessa fábula - refere-se à negação de um desejo por algo que não se adquire facilmente ou à pessoa que detém essa recusa. Expressões similiares existem em outros idiomas, como na expressão persa: "O gato que não pode alcançar a carne diz 'isso fede'!" A expressão também está presente nos países escandinavos, onde o termo 'azedar uvas' foi substituído por 'azedar sorvas' pelo fato de as uvas não serem comuns em latitudes setentrionais. Na psicologia, este comportamento é conhecido como racionalização (embora seja mais conhecido como redução da Dissonância cognitiva).
No discurso coloquial, a expressão do idioma é aplicada a alguém que perde e não consegue fazê-lo graciosamente. Estritamente falando, deve ser aplicado a alguém que, após a perda, nega a intenção de ganhar por completo. A expressão "Ah, mas são verdes" é utilizada em Portugal quando isto acontece. O provérbio português "quem desdenha quer comprar" é comummente associado a esta fábula.
A fábula
Uma raposa que vinha pela estrada encontrou uma parreira com uvas madurinhas. Passou horas pulando tentando pegá-las, mas sem sucesso algum... Saiu murmurando, dizendo que não as queria mesmo, porque estavam verdes. Quando já estava indo, um pouco mais à frente, escutou um barulho como se alguma coisa tivesse caído no chão... voltou correndo pensando ser as uvas, mas quando chegou lá, para sua decepção, era apenas uma folha que havia caído da parreira. A raposa decepcionada virou as costas e foi-se embora de novo como um ar importante.
Moral
Aqueles que são incapazes de atingir uma meta tendem a depreciá-la, para diminuir o peso de seu insucesso.
É fácil desprezar aquilo que não se pode alcançar."
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Fevereiro de 2010
Quanto tempo sem postar aqui!!
O ano de 2009 foi um ano com um acontecimento importante na minha vida: minha garotinha se casou.
Foram pelo menos seis meses de muita atenção a detalhes, e de trabalho.
Enfim, deu tudo certo. Foi o sonho dela que se realizou, do jeito que ela pediu. Claro, algumas coisas não saíram exatamente perfeitas, porém, sinceramente, não me lembro mais disso. O que ficou foi uma sensação de bem-estar, de "graças a Deus" tudo acabou bem.
O ano de 2009 foi um ano com um acontecimento importante na minha vida: minha garotinha se casou.
Foram pelo menos seis meses de muita atenção a detalhes, e de trabalho.
Enfim, deu tudo certo. Foi o sonho dela que se realizou, do jeito que ela pediu. Claro, algumas coisas não saíram exatamente perfeitas, porém, sinceramente, não me lembro mais disso. O que ficou foi uma sensação de bem-estar, de "graças a Deus" tudo acabou bem.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Férias 2010
Esta semana voltei ao trabalho, depois de 15 dias de férias .. foram 18 por causa do carnaval. Uma semana em Maceió. Hotel maravilhoso, companhia a melhor do mundo (minha filha, minha melhor amiga), praia e sol. Tá certo que na hora de voltar eu queria ficar mais um pouco, mas ficar em casa sem ir pro trabalho foi um "saco".
Descobri que adoro ir ao trabalho, e gosto da sensação de ficar em casa, mesmo sozinha, como estou ultimamente, mas apenas depois de ir ao trabalho.
Vamos ver se continuo sem reclamar depois de alguns meses.. rs
Descobri que adoro ir ao trabalho, e gosto da sensação de ficar em casa, mesmo sozinha, como estou ultimamente, mas apenas depois de ir ao trabalho.
Vamos ver se continuo sem reclamar depois de alguns meses.. rs
Marina Silva
Sinceramente, não sei o que a Marina Silva, uma mulher admirável, foi fazer no partido Verde. Nada contra o partido em si. O problema para ela é que ela não agiu com a razão. Os políticos que compôem o partido para o qual ela se filiou não são bem-vistos pela população. Mas não é sobre isso que quero falar hoje.
Recebi um texto pela internet, supostamente escrito por ela. Extremamente bem escrito, acredito que seja verdade. Vou postar abaixo:
EM "A REPÚBLICA", Platão conta o mito do camponês Giges que, certo dia, pastoreando suas ovelhas, encontra uma cratera aberta por violenta tempestade. Lá, ele descobre o cadáver de um homem, com um anel no dedo.
Pega o anel e o coloca no próprio dedo. E, para sua surpresa, percebe que a joia lhe dá a faculdade de se tornar invisível.
Com esse poder, Giges passa a cometer uma série de delitos: seduz a rainha, mata o soberano, usurpa o poder. O mito desvenda, assim, a propensão humana a praticar atos condenáveis quando há a certeza da invisibilidade. Impossível não pensar nisso diante do mais novo escândalo nacional, envolvendo o governador de Brasília.
Repetem-se comportamentos -mudando apenas os nomes e os partidos- e fica evidente que a visibilidade dos atos públicos, a tão decantada transparência, somada a ações exemplares de punição ao mau uso do dinheiro do contribuinte, é o melhor caminho para inibir a corrupção e constranger atos ilegais e imorais. Quando não temos processos consolidados que permitam o acompanhamento e o controle social, a corrupção, que se nutre da doentia obsessão pelo poder em si mesmo, ganha espaço e desenvoltura.
Infelizmente, ainda se entende o controle social como algo que atrapalha, empata. Atrapalha o quê e a quem? Seguramente, não a população e o interesse público, como estamos cansados de ver.
A corrupção política, envolvendo agentes públicos e privados, deteriora as instituições e rouba da sociedade o seu espaço de escolha, de realização de objetivos comuns e de solução de problemas dentro de regras democráticas. É a sombra que acompanha a história brasileira e hoje atinge o paroxismo.
A política se descolou da sociedade e atua movida por suas próprias razões e interesses, o que não leva e nunca levará a atos eticamente aceitáveis, mesmo que muitos deles não estejam tipificados em lei como crimes.
Nossa tarefa é a de identificar, na política, onde estão os anéis de Giges e destruí-los. No caso de Brasília, não penso que se deva tripudiar ou correr para tirar proveito político da desgraça que, a rigor, é da cidade. Não cabe vingança, mas sim justiça, para retomar o primado do interesse coletivo. Mas isso não esgota o assunto.
O risco está aí, no modelo de financiamento de campanhas, na tendência a mostrar o mínimo possível das entranhas da gestão pública, na pouca disposição a enterrar os privilégios que alimentam a fogueira da corrupção. O projeto de iniciativa popular conhecido como Ficha Limpa ainda está patinando no Congresso, o que é um mau sinal. Não é este o momento emblemático de aprová-lo?
contatomarinasilva@uol.com.br
Recebi um texto pela internet, supostamente escrito por ela. Extremamente bem escrito, acredito que seja verdade. Vou postar abaixo:
EM "A REPÚBLICA", Platão conta o mito do camponês Giges que, certo dia, pastoreando suas ovelhas, encontra uma cratera aberta por violenta tempestade. Lá, ele descobre o cadáver de um homem, com um anel no dedo.
Pega o anel e o coloca no próprio dedo. E, para sua surpresa, percebe que a joia lhe dá a faculdade de se tornar invisível.
Com esse poder, Giges passa a cometer uma série de delitos: seduz a rainha, mata o soberano, usurpa o poder. O mito desvenda, assim, a propensão humana a praticar atos condenáveis quando há a certeza da invisibilidade. Impossível não pensar nisso diante do mais novo escândalo nacional, envolvendo o governador de Brasília.
Repetem-se comportamentos -mudando apenas os nomes e os partidos- e fica evidente que a visibilidade dos atos públicos, a tão decantada transparência, somada a ações exemplares de punição ao mau uso do dinheiro do contribuinte, é o melhor caminho para inibir a corrupção e constranger atos ilegais e imorais. Quando não temos processos consolidados que permitam o acompanhamento e o controle social, a corrupção, que se nutre da doentia obsessão pelo poder em si mesmo, ganha espaço e desenvoltura.
Infelizmente, ainda se entende o controle social como algo que atrapalha, empata. Atrapalha o quê e a quem? Seguramente, não a população e o interesse público, como estamos cansados de ver.
A corrupção política, envolvendo agentes públicos e privados, deteriora as instituições e rouba da sociedade o seu espaço de escolha, de realização de objetivos comuns e de solução de problemas dentro de regras democráticas. É a sombra que acompanha a história brasileira e hoje atinge o paroxismo.
A política se descolou da sociedade e atua movida por suas próprias razões e interesses, o que não leva e nunca levará a atos eticamente aceitáveis, mesmo que muitos deles não estejam tipificados em lei como crimes.
Nossa tarefa é a de identificar, na política, onde estão os anéis de Giges e destruí-los. No caso de Brasília, não penso que se deva tripudiar ou correr para tirar proveito político da desgraça que, a rigor, é da cidade. Não cabe vingança, mas sim justiça, para retomar o primado do interesse coletivo. Mas isso não esgota o assunto.
O risco está aí, no modelo de financiamento de campanhas, na tendência a mostrar o mínimo possível das entranhas da gestão pública, na pouca disposição a enterrar os privilégios que alimentam a fogueira da corrupção. O projeto de iniciativa popular conhecido como Ficha Limpa ainda está patinando no Congresso, o que é um mau sinal. Não é este o momento emblemático de aprová-lo?
contatomarinasilva@uol.com.br
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
O que é LOOPING ??? !
" Para quem não conhece o conceito, aqui fica claro o que significa quando se diz que um programa de computador entrou em looping.
O diretor disse à secretária:- Vamos viajar para o exterior por uma semana, para um Seminário, faça os preparativos da viagem!
A secretária faz uma chamada para o marido:- Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Se cuida, querido.
O marido liga para a amante:- Minha mulher vai viajar para o exterior por uma semana,
então nós vamos passar a semana juntos, meu docinho!
A amante liga para um menino a quem dá aulas particulares:- Tenho muito trabalho, na próxima semana não precisa vir > às aulas.
O menino liga para o seu avô:- Vô, na próxima semana não tenho aulas, a minha professora estará ocupada.Vamos passar a semana juntos.
O avô (que é o diretor desta história) liga para a secretária:- Vou passar a próxima
semana com o meu neto, não poderemos participar naquele Seminário. Cancele a viagem.
A secretária liga para o marido:- A próxima semana o meu diretor tem muito trabalho,
cancelamos a viagem.
O marido liga para a amante:- Não poderemos passar a próxima semana juntos, a viagem da minha mulher foi cancelada.
A amante liga para o menino das aulas particulares:- Esta semana vamos ter aulas como
normalmente.
O menino liga para o avô:- Vô, a minha professora disse que esta semana tenho aulas.
Desculpe-me, não vai dar para fazer-lhe companhia.
O avô liga para a sua secretária:- Não se preocupe, na próxima semana vamos participar daquele Seminário. Continue com os preparativos!!!"
O diretor disse à secretária:- Vamos viajar para o exterior por uma semana, para um Seminário, faça os preparativos da viagem!
A secretária faz uma chamada para o marido:- Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Se cuida, querido.
O marido liga para a amante:- Minha mulher vai viajar para o exterior por uma semana,
então nós vamos passar a semana juntos, meu docinho!
A amante liga para um menino a quem dá aulas particulares:- Tenho muito trabalho, na próxima semana não precisa vir > às aulas.
O menino liga para o seu avô:- Vô, na próxima semana não tenho aulas, a minha professora estará ocupada.Vamos passar a semana juntos.
O avô (que é o diretor desta história) liga para a secretária:- Vou passar a próxima
semana com o meu neto, não poderemos participar naquele Seminário. Cancele a viagem.
A secretária liga para o marido:- A próxima semana o meu diretor tem muito trabalho,
cancelamos a viagem.
O marido liga para a amante:- Não poderemos passar a próxima semana juntos, a viagem da minha mulher foi cancelada.
A amante liga para o menino das aulas particulares:- Esta semana vamos ter aulas como
normalmente.
O menino liga para o avô:- Vô, a minha professora disse que esta semana tenho aulas.
Desculpe-me, não vai dar para fazer-lhe companhia.
O avô liga para a sua secretária:- Não se preocupe, na próxima semana vamos participar daquele Seminário. Continue com os preparativos!!!"
terça-feira, 11 de novembro de 2008

Os Burros e o Mercado
Uma vez, num pequeno e distante vilarejo, apareceu um homem anunciando que compraria burros por R$10,00 cada. Como havia muitos burros na região, os aldeões iniciaram a caçada. O homem comprou centenas de burros a R$10,00, e como os aldeões diminuíram o esforço na caça, o homem anunciou que pagaria R$20,00 por cada burro.
Os aldeões foram novamente à caça, mas logo os burros foram escasseando e os aldeões desistiram da busca. A oferta aumentou então para R$25,00 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já não havia mais interesse em caçá-los. O homem então anunciou que compraria cada burro por R$50,00! Como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos burros.
Na ausência do homem, seu assistente propôs aos aldeões: - "Sabem os burros que o homem comprou de vocês? Eu posso vendê-los a vocês a R$35,00 cada. Quando o homem voltar da cidade, vocês vendem a ele pelos R$50,00 que ele oferece, e ganham uma boa bolada".
Os aldeões pegaram suas economias e compraram todos os burros do assistente. Os dias se passaram, e eles nunca mais viram nem o homem, nem o seu assistente, somente burros por todos os lados.
Entendeu agora como funciona o mercado de ações?
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Prevendo o futuro
Bom, meus queridos. Hoje vou fazer uma previsão.. risos
Brincadeira..
Ouvi uma entrevista neste final-de-semana, com um jornalista especialista em tecnologia. Ele falou da TV em três dimensões. Que loucura!! Também disse que já há dezenas de cinemas, com certeza no eixo Rio-São Paulo, preparados para receberem filmes feitos em 3-D. Poucos filmes, até agora, mas a tendência é essa para o futuro. Então, podemos ficar preparados que a Tv, além de digital, interativa, vai ser 3-D.
Imaginem ver alguém tipo o Mel Gibson em minha sala??????????????????????????????
Ok... convenhamos que para a maioria da família o Mel Gibson está "passado".. então, ímaginem quem quiserem .. no momento a única que pode é a Sarah .. aproveita, querida!! hehe
Mas não parou por aí.
Lembra dos hologramas que a gente via nos filmes de Star Wars??? Pois bem. Já são realidade. A imagem, ainda é monocromática (verde!!!).. mas .. aqui vai minha previsão:
Dentro de até cinco anos, quando fizermos uma ligação de longa distância, por exemplo, vou ligar para a Mi. Ela vai vir à minha sala e falar conosco (como estiver .. magra, menos magra, com a roupa, com seus gestos e sorriso). Ou pensei na cunhada, querendo falar com a Dite. Imagina, Sola?
Sabem de uma coisa? Acho que o próximo passo é o teletransporte. Mas acho que as companhias aéreas vão boicotar .. assim como tenho convicção que os laboratórios estão boicotando a cura mais rápida do câncer. O homem é capaz de maravilhas .. vai à lua e não é capaz de curar nem o câncer nem a aids?
Mas isso é outra discussão.
Beijos
Boa semana a todos.
Brincadeira..
Ouvi uma entrevista neste final-de-semana, com um jornalista especialista em tecnologia. Ele falou da TV em três dimensões. Que loucura!! Também disse que já há dezenas de cinemas, com certeza no eixo Rio-São Paulo, preparados para receberem filmes feitos em 3-D. Poucos filmes, até agora, mas a tendência é essa para o futuro. Então, podemos ficar preparados que a Tv, além de digital, interativa, vai ser 3-D.
Imaginem ver alguém tipo o Mel Gibson em minha sala??????????????????????????????
Ok... convenhamos que para a maioria da família o Mel Gibson está "passado".. então, ímaginem quem quiserem .. no momento a única que pode é a Sarah .. aproveita, querida!! hehe
Mas não parou por aí.
Lembra dos hologramas que a gente via nos filmes de Star Wars??? Pois bem. Já são realidade. A imagem, ainda é monocromática (verde!!!).. mas .. aqui vai minha previsão:
Dentro de até cinco anos, quando fizermos uma ligação de longa distância, por exemplo, vou ligar para a Mi. Ela vai vir à minha sala e falar conosco (como estiver .. magra, menos magra, com a roupa, com seus gestos e sorriso). Ou pensei na cunhada, querendo falar com a Dite. Imagina, Sola?
Sabem de uma coisa? Acho que o próximo passo é o teletransporte. Mas acho que as companhias aéreas vão boicotar .. assim como tenho convicção que os laboratórios estão boicotando a cura mais rápida do câncer. O homem é capaz de maravilhas .. vai à lua e não é capaz de curar nem o câncer nem a aids?
Mas isso é outra discussão.
Beijos
Boa semana a todos.
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